terça-feira, 2 de março de 2021

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Fazes-me sempre falta. Sei que não me cansaria de me enrolar em ti, de te beijar e ser beijada, de te amar até que me doesse o corpo e se me inflamasse a alma, como tão bem sabes fazer...

Hoje acordei, como sempre, com vontade de ser tua...

Anda depressa que te espero!...

 

 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

- Euzinha, sem tirar nem pôr! 
- Raio do sexto sentido, não te podias ficar só pelos 5 como os comuns dos mortais?! 
-Ohhhh... e deixaria de ser Eu?!...





quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Num sei não, mas aconselho-te a não demorares, olha que estão uns magalas a espreitar-lhe as cuecas :)

 

 PM, the 1940s photo-rich New York tabloid, asked readers to interpret its pictures — 75 of which are currently at the Steven Kasher Gallery in Chelsea.   Marlene Dietrich passionately kissing a G.I. as he arrived home from World War II. New York. July 1945.  Irving Haberman

domingo, 22 de novembro de 2020

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

 «O ritual começava. 

Por vezes era apenas uma mão que, desenvolta, me encontrava o sexo e o massajava, devagar... nesses momentos apenas a minha respiração pesada e o restolhar dos lençóis interrompiam o silêncio; de outras vezes a criatura entregava-se e executava, com a destreza de um atirador furtivo, os movimentos da boca e da língua que descrevi algures e tudo terminava com maior rapidez mas também com a sensação de uma derrocada - de uma explosão e de uma derrocada - e havia um gemido como o de um animal com fome e eu cravava a ponta dos meus dedos nos lençóis no terno conforto de já saber o final de uma história. Eu preferia esta segunda forma de prazer, embora ela me suscitasse maior melancolia; talvez porque uma boca é diferente de uma mão, talvez porque implica um compromisso maior e também um desgosto maior se, um dia, a virmos desaparecer para sempre da nossa vida.»

In Bom Inverno de João Tordo

 

Sim, uma boca é diferente de uma mão... Mas este excerto deixou-me a pensar que o João Tordo deve ser dos que vê o copo meio vazio. Ter medo do muito bom porque um dia pode acabar, impede-nos de muitas delicias.
Continuo a achar que o que nos faz sorrir, vale a pena, mesmo que um dia desapareça para sempre da nossa vida. Fica a melancolia, claro! Mas se foi bom, ficam também as lembranças, as memórias, os sorrisos parvos sempre que invade o pensamento. As coisas boas, valem sempre a pena.
 
 

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

 Conselho muito redutor, este! 

Sou crescidinha e cabem ambas em mim, porque carga de água tenho de ser só uma?!

Nã....! Eu sou qual eu quiser e quando quiser! E quando brincam uma com a outra acho que é ainda mais delicioso!

Sou estranha, prontx! :)


quarta-feira, 23 de setembro de 2020

 E indiferente à pandemia, o Outono chega sorrateiro!

Cheira a aconchego e a chá de camomila... Sabe a dois dedos de conversa e a nariz frio...

Os bancos aguardam quem se sente neles, numa paz de folhas caídas. 

Vamos? 



segunda-feira, 21 de setembro de 2020

 - Como esquecer aquilo que não queremos lembrar?

- Deslembrando?

- Gosto da palavra deslembrar... vou guardá-la comigo, para quando precisar.

- Qual é a memória que mais gostavas de deslembrar?

                                                          Fez-se silêncio... e voltou a doer.







«O teu corpo
Incendiou o meu lume
...
(...)



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